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domingo, 3 de maio de 2020

Mousse de Manga

                   Mousse de Manga

Adoro receitas fáceis, simples e com ingredientes acessíveis a todas as pessoas, esta é uma delas. 

Apenas contém o açúcar presente na fruta, no entanto é importante salientar que deve ser consumido em moderação pois não deixa de ser açúcar. 

Para 8 pessoas 
Ingredientes:
- 300 gr de Manga ou polpa de manga
- 6 claras de ovo
- 5 folhas de gelatina

Preparação:
- Triturar a manga em puré. 
- Bater as claras em castelo. 
- Hidratar as folhas de gelatina numa taça com água. Quando estiverem moles, dissolver em mais ou menos 150 ml de água quente. 
- Juntar a gelatina dissolvida ao puré de Manga e envolver as claras batidas. 
- Vai ao frigorífico aproximadamente 4h.

Este mousse fica super macio e esponjoso.
Coloquei como cobertura amêndoas picadas, mas acho que ficaria delicioso umas fatias de manga bem fininhas. 

Bom apetite 😍😘

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Grelha da nova telescola - #EstudoEmCasa

Grelha da nova telescola - #EstudoEmCasa

Já saiu a grelha da nova "telescola", que vai arrancar no próximo dia 20 de abril na RTP/Memória #EstudoEmCasa

Os conteúdos ficarão também disponíveis em https://www.rtp.pt/estudoemcasa e numa App. 

A RTP/Memória está na TDT – posição 7; MEO – posição 100; NOS – posição 19; Vodafone – posição 17; Nowo – posição 13



quinta-feira, 9 de abril de 2020

Soufflé de Chocolate Express - Receita Rápida


Soufflé de Chocolate Express - Receita Rápida



Este soufflé ou ramequim de chocolate é uma das minhas sobremesas preferidas, é super rápida, saudável e fácil de fazer, principalmente para aqueles dias que apetece mesmo um docinho. Em menos de 5 minutos fica pronto. 

Ingredientes (para 2):
  • 120 gr de chocolate (negro de preferência) + uns 2 quadrados picados
  • 3 ovos
  • 35 ml de azeite ou óleo de côco




Preparação:

Derreter os 120 gr chocolate com o azeite no microondas, 2 minutos mais ou menos na potência máxima.
Bater os ovos.
Juntar a mistura de chocolate aos ovos depois de arrefecida, para não cozer os ovos.

Podem adicionar raspas de laranja, de limão, ou até frutos secos picados.
Colocar um parte da massa em pequenos ramequins ou mesmo em chávenas, juntar os quadrados de chocolate e cobrir com a restante massa.

Vai ao microondas durante 50 segundos na potência máxima ou ao forno a 180° durante 10 minutos. 
É muito importante ter cuidado com o tempo de cozedura, para não passarem do ponto, queremos uma consistência mole e aveludada, por precaução pode ser melhor parar a meio para verificar.


Pode ser servido com uma bola de gelado, vai muito bem com gelado de nata, tangerina, limão.

Bom apetite!

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Bolo de Laranja Inteira Sem Glúten & Sem lactose

Bolo de Laranja Sem glúten & Sem lactose


Este bolo é incrivelmente fácil de fazer e fica super fofinho, quase como um pão de ló de laranja. 

Ingredientes

- 4 ovos
- 1 laranja 
- 1 chávena de óleo de coco ou azeite
- 1 chávena de açúcar mascavado
- 2 chávenas de farinha de aveia sem glúten 
- 2 colheres de chá de fermento
- 1 pitada de sal

Pode acrescentar a seu gosto frutos secos picados, gengibre, canela, raspas de laranja. 

Preparação:

- Colocar os ovos, a laranja inteira cortada aos pedaços (só retirar caroços e alguma branca mais grosseira), o óleo de côco ou azeite, o açúcar e o sal na liquidificadora ou noutro robô de cozinha e picar na velocidade máxima. 

- Juntar a farinha e o fermento e voltar a misturar tudo. 

- Colocar numa forma untada com azeite e polvilhada com farinha de aveia. Vai ao forno pré-aquecido a 180 ºC  20/30 minutos (no meu foram 20 minutos pois a forma era larga e o bolo não ficou muito alto) 

-  Se desejar regue o bolo com calda. Eu deitei sumo de uma laranja por cima e acho bem suficiente, mas se quiser a calda tradicional:

Para a calda: raspe a casca a uma laranja e esprema o sumo de duas. Deite 1 dl de água, 200 gr de açúcar e o sumo de laranja num tacho, leve ao lume brando e deixe ferver 8 a 10 minutos. Junte a raspa de laranja, mexa, deixe ferver mais 1 minuto e deixe arrefecer um pouco. Regue o bolo, deixe repousar uns minutos e sirva.

*Para a farinha de aveia, podem usar um processador e fazer a vossa farinha de aveia a partir de flocos de aveia. 


quarta-feira, 1 de abril de 2020

Salame de Chocolate sem Glúten e sem Lactose


Ingredientes:

- 200gr de chocolate negro em barra
- 80gr de óleo de côco 
- 1 ovo
- 200gr de bolacha sem glúten 

Preparação:

- Derreter o chocolate com o óleo de côco. 
- Bater o ovo e juntar ao chocolate quando estiver arrefecido. 
- Triturar a bolacha, deixando partes grosseiras e juntar ao preparado anterior. 
- Podem adicionar frutos secos, passas ou raspas de laranja ou limão. 
- Colocar a massa numa folha de papel vegetal e enrolar, vai ao frigorífico para solidificar. 

A massa fica um bocado mole e talvez um pouco difícil de manter bem moldada mas depois endurece no frio e fica uma delícia 😋

quinta-feira, 26 de março de 2020

Bill Gates identifies several important lessons in the Corona Virus

Bill Gates: “The Corona Virus… is sent to remind us of the important lessons that we seem to have forgotten and it is up to us if we will learn them or not.”



But multi-billionaire Gates, 64 – who donated £85 million to combat the virus last month – believes that despite the chaos, there is ‘a spiritual purpose behind everything that happens’.

In an open letter, entitled ‘What is the Corona/ Covid-19 Virus Really Teaching us?’, he wrote:

‘A SPIRITUAL PURPOSE’

I’m a strong believer that there is a spiritual purpose behind everything that happens, whether that is what we perceive as being good or being bad.
As I meditate upon this, I want to share with you what I feel the Corona/ Covid-19 virus is really doing to us.

1) It is reminding us that we are all equal, regardless of our culture, religion, occupation, financial situation or how famous we are. This disease treats us all equally, perhaps we should too.
If you don’t believe me, just ask Tom Hanks.

2) It is reminding us that we are all connected and something that affects one person has an effect on another.
It is reminding us that the false borders that we have put up have little value as this virus does not need a passport.
It is reminding us, by oppressing us for a short time, of those in this world whose whole life is spent in oppression.

3) It is reminding us of how precious our health is and how we have moved to neglect it through eating nutrient poor manufactured food and drinking water that is contaminated with chemicals upon chemicals.
If we don’t look after our health, we will, of course, get sick.

4) It is reminding us of the shortness of life and of what is most important for us to do, which is to help each other, especially those who are old or sick.
Our purpose is not to buy toilet roll.

5) It is reminding us of how materialistic our society has become and how, when in times of difficulty, we remember that it’s the essentials that we need (food, water, medicine) as opposed to the luxuries that we sometimes unnecessarily give value to.

6) It is reminding us of how important our family and home life is and how much we have neglected this.
It is forcing us back into our houses so we can rebuild them into our home and to strengthen our family unit.
‘OUR TRUE WORK’

7) It is reminding us that our true work is not our job, that is what we do, not what we were created to do.
Our true work is to look after each other, to protect each other and to be of benefit to one another.

8) It is reminding us to keep our egos in check.
It is reminding us that no matter how great we think we are or how great others think we are, a virus can bring our world to a standstill.

9) It is reminding us that the power of freewill is in our hands.
We can choose to cooperate and help each other, to share, to give, to help and to support each other or we can choose to be selfish, to hoard, to look after only our self.
Indeed, it is difficulties that bring out our true colours.

10) It is reminding us that we can be patient, or we can panic.
We can either understand that this type of situation has happened many times before in history and will pass, or we can panic and see it as the end of the world and, consequently, cause ourselves more harm than good.

11) It is reminding us that this can either be an end or a new beginning.
This can be a time of reflection and understanding, where we learn from our mistakes, or it can be the start of a cycle which will continue until we finally learn the lesson we are meant to.

12) It is reminding us that this Earth is sick.
It is reminding us that we need to look at the rate of deforestation just as urgently as we look at the speed at which toilet rolls are disappearing off of shelves. We are sick because our home is sick.

13) It is reminding us that after every difficulty, there is always ease.
Life is cyclical, and this is just a phase in this great cycle. We do not need to panic; this too shall pass.

14) Whereas many see the Corona/ Covid-19 virus as a great disaster, I prefer to see it as a *great corrector*
It is sent to remind us of the important lessons that we seem to have forgotten and it is up to us if we will learn them or not.

Source: The Sun

segunda-feira, 23 de março de 2020

Bolo de Banana sem Glúten - Receita

Bolo de Banana (sem Glúten & sem Lactose) - Receita



Ingredientes:

- 4 bananas maduras
- 225 ml de azeite ou óleo de côco
- 4 ovos
- 400 g de flocos de aveia sem glúten
- 1 xícara de passas e/ou frutos secos (opcional) 
- 2 colheres de sopa de fermento em pó
- canela q.b.

Preparação:

Bater no liquidificador as bananas com os ovos e o azeite até formar uma mistura homogênea. 
Retirar do liquidificador e juntar a aveia, canela, fermento e se desejar as passas e/ou frutos secos e envolva bem.
Unte uma forma com azeite e polvilhe com farinha de aveia ou de arroz, deitar a massa. 
Vai ao forno a 180° durante 35 minutos aproximadamente. 
Para quem aprecia um bolo mais doce as passas fazem diferença. 

Bom apetite

segunda-feira, 16 de março de 2020

Governo Regional disponibiliza a todos os alunos da RAM Apoio Escolar Online gratuito.

Apoio Escolar Online gratuito para todos os alunos da RAM



O Diretor Regional da Educação Marco Gomes veio até à RTP-Madeira relembrar que todos os alunos madeirenses têm acesso ao AEO - Apoio Escolar Online:



A inscrição na plataforma poderá ser feita aqui: AEO

Conheça um pouco melhor este apoio:

 

quinta-feira, 5 de março de 2020

A Revolta do Leite 1936 na Ilha da Madeira

A Revolta do Leite 1936 - Ilha da Madeira

A Revolta do Leite foi um levantamento popular ocorrido, na Ilha da Madeira, no ano de 1936, como protesto contra um decreto-lei que estabelecia o monopólio na indústria dos lacticínios, através da criação da Junta Nacional dos Lacticínios da Madeira (JNLM). Os focos de revolução tiveram maior incidência nos concelhos de Santana, Funchal, Ribeira Brava e Machico.

Antecedentes Após as sublevações falhadas de 1931, nomeadamente a Revolta da Farinha e a Revolta da Madeira, o clima de crispação social permanece latente na Ilha da Madeira até ao ano de 1934. Seria, novamente, uma medida emanada do executivo liderado por Salazar a fazer ressurgir o clima de descontentamento face à forma como o governo central dirigia a política económica regional. Após a Revolta da Farinha que tencionava impedir o estabelecimento de um regime de monopólio cerealífero na região surge, em 1934, um decreto que visava lograr os mesmos objectivos, desta vez na indústria de produção de cana sacarina. Na prática o novo decreto concedia o monopólio sacarino, da Ilha da Madeira, à fábrica do “Torreão”, pertencente a uma família britânica (os Hinton), proibindo a construção de novos engenhos até 1953. A laboração do açúcar passava a ser propriedade exclusiva desta empresa, estando os restantes engenhos da região proibidos de realizar essa actividade. Ficava nas mãos de uma só família a capacidade de ficar os preços de compra da cana-de-açúcar e aguardente ao mesmo tempo que se proibia a importação de açúcar e aguardente, apesar do seu preço ser inferior aos praticados na Madeira. Estes regimes de monopólios, em diversas áreas industriais, apenas contribuíram para agravar as já parcas condições económicas e sociais em que viviam os habitantes do arquipélago.


Revolta do Leite Insensível às reivindicações insulares anteriores, o governo faz publicar em Diário da República o Decreto-Lei 26.6551 , a 4 de Junho de 1935, criando assim as fundações para o estabelecimento de mais um monopólio, desta vez na indústria dos lacticínios. Nessa época a indústria dos lacticínios era a principal actividade económica da Ilha da Madeira ultrapassando, largamente, em importância e valores, outros sectores de actividade como: o turismo, a produção de vinho, de banana e de açúcar. O sector dos lacticínios tem um impacto directo, muito importante, no rendimento de muitas famílias da região, facto este facilmente comprovado através dos mais de 1100 postos de desnatação espalhados por toda a ilha e que serviam directamente 64 fábricas. O leite que chegava a estes postos de desnatação provinha do gado criado por pequenos criadores . Como a procura de leite, por parte das unidades produtoras, era largamente superior à oferta os preços praticados pelo mercado eram compensadores. O governo central, atento à proliferação destas pequenas unidades industriais, considerava que se tinha atingido uma situação de ruptura. Pretendia, com este documento, integrar o sector no sistema corporativo e modernizar a indústria através da implementação de regras, nomeadamente em termos de higiene, qualidade e cruzamento de espécies, entre outras. As medidas, de cariz “concentraccionista”, decretavam a criação da Junta Nacional dos Lacticínios da Madeira (JNLM) e fixava o número de postos de desnatação em 320, encerrando quase 800 destes postos. As populações rurais, duramente atingidas por estas medidas reguladoras, encaram esta opção como sendo monopolista e visando o favorecimento de algumas unidades industriais. Ficava nas mãos da recém-formada JNLM a capacidade de controlar todo o sector dos lacticínios na Ilha da Madeira. Isto redunda num monopólio dos lacticínios favorecendo um pequeno número de fábricas sendo as mais conhecidas a “Fábrica Burnay” e a “Martins e Rebelo”. As consequências deste monopólio foram devastadoras para os pequenos produtores: redução significativa do valor oferecido pelo leite, encerramento de muitos posto de desnatação e consequente aumento do desemprego. A situação torna-se insustentável e iniciam-se sublevações populares em vários pontos da ilha, principalmente no Faial, Ribeira Brava, Machico e Funchal que resultariam em várias mortes e muitos feridos


Concelho de Santana

Na freguesia do Faial, concelho de Santana, surgem manifestações de desagrado em várias zonas. O padre César Miguel Teixeira da Fonte, pároco do Faial, na homilia de 26 de Junho informa a população da sua paróquia, com a intenção de acalmá-la, da existência de um abaixo assinado dirigido ao Governador Civil Goulart de Medeiros. Distribui também, a pedido da Junta Nacional de Lacticínios da Madeira, um impresso com esclarecimentos sobre a situação.

No dia 29 de Junho a situação deteriora-se neste concelho e os populares revoltados impedem que os carregamentos de manteiga cheguem ao Funchal. O sacerdote, que se encontra ausente do concelho, regressa apressadamente, a pedido do Governador Civil, e tenta convencer a multidão a desistir do motim. A contrapartida seria o regresso ao Funchal dos cerca de 50 agentes da polícia enviados para a freguesia.

De acordo com o que foi afirmado pelo pároco (e escrito no seu relatório de defesa), o chefe da polícia, Avelino Pereira, engana a população afirmando que o sacerdote estava ao serviço da JNLM e pretendia apenas resolver a situação a favor da mesma entidade. Adensa-se a revolta da multidão que se sente traída pelo seu sacerdote.

No dia 31 de Julho cerca de 4.000 camponeses, revoltados e armados com utensílios da lavoura, encaminham-se para S. Roque do Faial e prendem o fiscal da JNLM, prosseguindo para a igreja do Faial com a intenção de expulsar o vigário traidor. O estrago e o número de feridos só não é maior porque o padre César Miguel Teixeira da Fonte, compreendendo e apoiando a vontade dos seus paroquianos, consegue convencê-los da sua isenção.

No dia 1 de Agosto junta-se nas Cruzinhas, concelho de Santana, uma multidão de mais de 5.000 pessoas que, acreditando ainda num retrocesso da JNLM, elegem comissões para dialogar com as autoridades. Tratou-se de um esforço infrutífero uma vez que os objectivos desta comissão não seriam alcançados.


Concelho de Machico

Mas não é só em Santana que se faz sentir o descontentamento popular, os focos de rebelião popular já se haviam espalhado por toda a ilha.

Na cidade de Machico a população descontente reúne-se em frente ao edifício da Câmara Municipal. São ruidosos os protestos dos populares que demonstram o seu desprezo pela situação resultante da criação da JNLM.

A resposta das autoridades não se faz esperar. Polícia e militares carregam violentamente sobre os manifestantes numa tentativa de rapidamente controlar a situação e impedir a sua propagação. Os confrontos resultam em vários ferido e, pelo menos, um popular morto.


Concelho da Ribeira Brava

No Concelho da Ribeira Brava as manifestações, e consequente repressão, atingiram contornos calamitosos. Vários milhares de pessoas revoltosas levam a cabo diversos protestos culminando no assalto à repartição de finanças e ao Registo Civil. A acção popular conduziu à destruição de muitos documentos e a um ruidoso protesto contra a acção da JNLM.

A resposta policial foi lapidar, elementos da tropa e das forças policiais carregam impiedosamente sobre a população. A carga das autoridades resulta em, pelo menos, 10 mortos e um número elevado de feridos.


Funchal

No Funchal os cerca de 320 leiteiros existentes entram em greve. A população funchalense saqueia estabelecimentos comerciais e assalta as fábricas de manteiga em claro protesto contra aqueles que consideram ser os beneficiados do regime de monopólio instalado. As fábricas mais afectadas são a “Martins Rebelo”, a “Leacock” e a “Reis e Freitas”, as suas máquinas e equipamentos são destruídos.



A reacção governamental

A reacção governamental pautou-se pela rapidez de decisão, Salazar envia para a Madeira forças militares apoiadas por dois vasos de guerra, o “Gonçalves Zarco” e o “Bartolomeu Dias”, bem como um destacamento de elementos da Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE).

A sua acção é brutal e implacável. Centenas de madeirenses são presos, muitos são enviados para centros de detenção em Portugal Continental, Açores e Cabo Verde. As freguesias rurais são invadidas pela calada da noite, os seus habitantes presos e torturados, por vezes em frente das próprias famílias. De acordo com o jornal do Partido Comunista Português o “Avante!” nove camponeses são mortos.

Quando a PIDE não consegue encontrar quem procura não se inibe de aprisionar os familiares, a mãe, o pai, a esposa e até mesmo os filhos. Independentemente da idade ou sexo são encarcerados na cadeia do “Lazareto”.

Cerca de uma centena de revoltosos são encarcerados na cadeia subterrânea do “Lazareto”, entre eles o pároco do Faial César Miguel Teixeira da Fonte que é posteriormente enviado para o Forte-Prisão de Caxias (ou Forte de D. Luís I).

Na cadeia do “Lazareto” as condições são atrozes. Os prisioneiros são mantidos num espaço minúsculo, com pouco arejamento, e quase sem luz natural. As dejecções são armazenadas em latas de petróleo. Entre os presos contam-se quatro crianças de onze anos cujo único crime foi serem portadores do mesmo nome que outros familiares.

No dia 25 de Setembro os presos são transferidos para um local mais arejado, ainda que dentro do mesmo edifício. Durante os meses de Outubro e Novembro continuam a chegar prisioneiros, desta vez os amotinados da Ribeira Brava.

O navio “Luanda”, saído de Lisboa a 18 de Outubro de 1936, faz escala no porto do Funchal com o propósito de recolher os camponeses madeirenses presos no rescaldo da Revolta do Leite. Segue para o porto de Angra do Heroísmo onde os mesmos presos são encarcerados na Fortaleza de S. João Baptista. Os mais perigosos seguem para o Campo do Tarrafal.

Refira-se, a título de curiosidade, que no mesmo navio segue Bento Gonçalves, secretário geral do [Partido Comunista Português]], que viria a sofrer no Tarrafal as mesmas desventuras que alguns dos camponeses da Revolta do Leite.

A humilhação final chegou através do decreto-lei nº 26.9824 que estabeleceu que as despesas resultantes dos motins seriam pagas (a preços especulativos) pelos habitantes da Ilha da Madeira, principalmente pelos residentes nos concelhos onde ocorreram distúrbios e destruição de bens. Estas incluíam as custas com a polícia, tropa, marinha bem como a reconstituição das matrizes prediais e totalidade das reparações dos edifícios danificados.

Foram feitos perto de 600 prisioneiros. Muitos deles, enviados para o Continente para serem julgados por um Tribunal Militar Especial, acabariam por permanecer nas diversas prisões, por um período de dois e três anos.

A título de curiosidade, em 1922 teriam havido já manifestações violentas naquela Ilha, por causa da descida do preço do leite. Em 1931, teria sido a luta contra o monopólio da farinha e, em 1934 seria o açúcar o motivo que provocaria fortes movimentações por parte dos produtores destes bens alimentares.


Pequeno vídeo da RTP - Madeira sobre a Revolta do Leite:


Filme de Eduardo Costa sobre a Revolta do Leite: 



Fontes:
http://ruinepomuceno.blogspot.pt/2010/02/revolta-do-leite-em-1936.html
http://www.faroldanossaterra.net/2012/10/24/a-revolta-do-leite-madeira-1936/
http://www.omilitante.pcp.pt/pt/326/Historia/820/A-%C2%ABRevolta-do-Leite%C2%BB-na-Madeira-(1936).htm

sábado, 22 de fevereiro de 2020

Sonhos sem Glúten & sem Lactose

Sonhos 
sem Glúten & sem Lactose




Aqui encontram uma receita de sonhos sem glúten e sem lactose, com o mesmo sabor e textura dos tradicionais sonhos. 
Para ficarem fofinhos usei a farinha da Schär, Gluten Free, Mix B, podem encontrar facilmente nos supermercados. Esta já vem preparada com as porções ideiais de farinhas sem glúten que permitem que a receita seja bem sucedida.

Esta receita rende uns 20 sonhos pequenos.




Ingredientes:
  • 250 ml de água;
  • 2 tiras de cascas de limão;
  • 1 pau de canela;
  • 1 pitada de sal;
  • 50 ml de azeite ou de óleo de côco;
  •  160 gr de farinha sem glúten (usei a da Schär, Gluten Free, Mix B) 
  • 1 colher de chá de fermento em pó;
  • 4 ovos

Preparação:

  1. Colocar a água, com as cascas de limão, o pau de canela, o sal e o azeite ao lume até ferver e deixar apurar os aromas durante uns 5 minutos.
  2. Retirar do lume, tirar as cascas e o pau de canela. Deitar de seguida a farinha toda e o fermento, bater com a varinha mágica.
  3. Deixar a massa arrefecer e à parte bater levemente os ovos. 
  4. Juntar os ovos à massa, batendo sem parar com a varinha mágica, até ficar uma massa homogénea. Deixar repousar uns instantes.
  5. Numa fritadeira com óleo bem quente, colocar colheradas de massa, virando até que fiquem dourados.
  6. Colocar sobre papel absorvente. Depois de arrefecer podem ser servidos, com canela e açúcar, com mel de cana da Madeira ou outro topping de preferência.


➤ Podem ser feitos no forno para uma versão menos calórica (abaixo a imagem). Aquecer previamente o forno a 150ºC. Colocar colheradas de massa numa travessa com papel vegetal, vai ao forno aproximadamente 20/30 minutos a 130ºC. 
*(Estes no forno ficam muito parecidos com profiteroles).





➤ Para quem tem Robô de Cozinha (tipo bimby, moulinex etc...) sigam os seguintes passos:


  1. Colocar na taça a lâmina de amassar/triturar e deitar a água, a casca do limão, o pau de canela, o sal e o azeite. Programar 10 min./Vel.3/100ºC. 
  2. Retirar o pau de canela e as cascas e juntar a farinha de uma só vez. Seleccionar 2 min/Vel. 6/ 100ºC.
  3. Retirar a massa da taça e deixar que arrefeça um pouco. Entretanto, bata ligeiramente os ovos.
  4. Colocar novamente a massa na taça e adicionar aos poucos a mistura de ovos, pelo orifício da tampa programando a Vel.9/1min.
  5. Depois fritar ou colocar no forno conforme dito anteriormente.



    Bom apetite! 








    sexta-feira, 8 de novembro de 2019

    Pão recheado (vulcão de queijo)


    Para um pão grande

     Ingredientes:
    • 1 pão grande
    • 2 linguiças
    • 1 cebola grande
    • 3 dentes de alho
    • 2 pacotes de queijo ralado 4 queijos
    • 1 embalagem de queijo da ilha ralado
    • 1 pacotes de queijo mozzarela ralado ou outro
    • maionese
    • ervas aromáticas
    Preparação:
    1. Retirar a pele à linguiça, descascar a cebola e os dentes de alho e picar grosseiramente.
    2. Colocar os ingredientes anteriores num robot de cozinha e triturar bem.
    3. Adicionar os queijos, a maionese e as ervas e misturar tudo. 
    4. Cortar uma tampa ao pão e retirar todo o miolo.
    5. Colocar a mistura obtida dentro do pão, tapar com a tampa do próprio pão.
    6. Vai ao forno a 180º durante uns 45 minutos, coberto com papel de alumínio para não queimar o pão.
    7. Está pronto quando todo a mistura estiver mole e com aspeto de queijo derretido. 

    Nota: Pode ser substituída a linguiça por diversos ingredientes, como por exemplo: bacon, frango desfiado, atum, delícias do mar, camarão... etc o que a imaginação e apetite pedirem.

    Bom apetite!

    Bolo de Chocolate com Queijo Philadelphia


    Ingredientes:

    Bolo:
    • 3 chávenas de farinha
    • 2 chávenas de açúcar
    • 1 chávena de óleo
    • 1 chávena de leite
    • 1 chávena de café quente
    • 3 ovos
    • 1 chávena de chocolate em pó
    • 1/2 colher de sopa de sal dissolvido no café
    • 2 colheres de chá de pó royal
    • 2 colheres de chá de bicarbonato de sódio
    Creme:
    •  1 embalagem de queijo creme (eu gosto de usar 2 :D )
    • 1 chávena de côco
    • 1 chávena de açúcar
    • 2 ovos
    Preparação:

    Bolo:
    1. Juntar o açúcar aos ovos e bater até ficar um creme homogéneo.
    2. Juntar os restantes ingredientes e bater tudo.
    Creme:
    1. Bater todos os ingredientes.
    2. Deitar metade da massa do bolo numa forma previamente untada com manteiga e farinha.
    3. Deitar por cima o creme e por fim a restante massa do bolo.
    4. Vai ao forno a 180º por aproximadamente 40 min.
    Bom apetite

    Pudim Ferrero Rocher


    Receita fácil (10-12 pessoas)

    Ingredientes:

          Pudim:
    •  1 lata de leite condensado cozido
    • 3 pacotes de natas
    • 1 embalagem de queijo creme tipo Philapelphia
    • 8 folhas de gelatina branca
    • 1/2 chávena de leite ou água quente para dissolver as gelatinas
          Cobertura:
    • 2 pacotes de natas:
    • 200 gr de avelãs moídas (ou outro fruto seco, amendoim, amêndoa, noz...)
    • 1 frasco grande de Nutella 
    • 4 folhas de gelatina branca

    Preparação:

    Parte I (Pudim)

    1. Demolhar as folhas de gelatinas, desfazê-las no leite ou água quente e deixar arrefecer.
    2. Bater as natas, juntar o leite condensado e o queijo creme.
    3. Juntar a gelatina, deitar num pirex e vai ao frigorífico até solidificar.

    Parte II ( cobertura)

    1. Demolhar as folhas de gelatina.
    2. Levar ao lume brando em banho-Maria a Nutella, as natas e as folhas de gelatina demolhadas, mexendo até ficar um creme homogéneo.
    3. Retirar do lume, deixar arrefecer e deitar sobre o pudim solidificado.
    4. Espalhar a avelã moida por cima do cobertura e vai ao frigorífico para solidificar.

         Bom apetite!








    domingo, 3 de novembro de 2019

    Bolo de Caneca proteico com aveia (Prozis) - Receita Fácil (low carb)


    Bolo de Caneca proteico com aveia (Prozis) - Receita Fácil


    Estás a imaginar aqueles dias em que te apetece algo doce, algo bom para um pequeno lanche mas que não comprometa todo o trabalho que tens feito na tua dieta?
    Que tal o bolinho clássico de caneca feito na hora?
    É uma receita rápida e simples. Em 10m consegues preparar e com pouca louça para lavar!
    Com boas fontes de hidratos e proteína, este bolinho irá te dar energia e diminuir a vossa vontade de comer coisas menos boas ao longo do resto do dia.
    Experimentem e comentem como correu a vossa experiência.
    Decidiram inventar um pouco? Partilhem as vossas experiências! 😊

    Ingredientes: 
    6 colheres de sopa de claras de ovo (Egg White da Prozis - também disponível no Pingo Doce)
    1 banana pequena
    3 colheres de sopa de farinha de aveia com sabor a chocolate (oatmeal Prozis /  Myprotein)
    1 colher de sopa de farinha de linhaça
    2 colheres de sopa de flocos de aveia grandes
    1 colher de chá de fermento químico
    1 colher de whey sem sabor (Prozis / Myprotein)
    1 colher de sopa de azeite (ou óleo de côco)

    Toppings a escolher: 
    1 colher de sobremesa de manteiga de amendoim (Prozis)
    Canela e xarope de arroz
    Nutella (ou a versão mais saudável da Cem Porcento)
    Côco desidratado (Prozis)

    Preparação:
    Esmaga a banana com um garfo diretamente na caneca.
    Não te preocupes em esmagar muito pois é sempre bom sentir bocadinhos maiores a meio do teu bolo.
    Adiciona as claras e o azeite e mexe bem.
    Adiciona as farinhas e o fermento e bate bem a massa até ficar homogénea (costumo fazer todo o procedimento directamente na caneca com a ajuda de um garfo).
    Coloca no microondas e programa 2m30s.
    Desenforma e enquanto esperas que arrefeça podes ir adicionando o topping que preferes.

    Sim... eu aldrabei e usei uma pequena tigela  ;P 


    Faz o teu café/chá quentinho e ...
    Bom apetite! 😉



    quinta-feira, 21 de março de 2019

    The Simple Path to Wealth

    The Simple Path to Wealth




    Author and financial blogger JL Collins brings his refreshingly unique and approachable take on investing to Google. The author of "The Simple Path to Wealth: Your Road Map to Financial Independence and a Rich, Free Life", JL offers easy-to-understand, effective tips and resources to understand investing with confidence. In this interview with Googler Rachel Smith, JL Collins discusses money and investing, including: how to think about money and investing to build wealth, how to avoid debt, how to simplify the world of 401(k), 403(b), TSP, IRA and Roth accounts, TRFs (Target Retirement Funds), HSAs (Health Savings Accounts) and RMDs (Required Minimum Distributions). He also talks about what the stock market really is and how it really works, How to invest in a raging bull, or bear, market, and specific investments to implement financial strategies. Learn more at jlcollinsnh.com


    Financial Independence


    Introducing people to the concept of FI (financial independence) and encouraging workers to pour more money into their retirement accounts.
    Efficient lifestyles and recognition that saving and investing is a path to greater flexibility and freedom.


    • The anti-budget: why it pays to get rid of your normal, line-itemized, granular budget.
    • Growing the gap between what you earn and spend.
    • Why you should never delay gratification.
    • Three cognitive biases that interfere with your ability to make smart investing choices.
    • How to create better, stronger, stickier habits.
    • Why index funds are superior to actively-managed mutual funds.
    • The three biggest spending drains — and how to avoid them.
    • Should a young person invest more conservatively until they see how they react to a market downturn?

    quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

    Escócia - The best of Scotland

    Escócia




    Terra mágica, dos castelos aos lagos, da natureza ao mistério da vida selvagem nos parques naturais.

    Quando ir?

    Há maiores probabilidades de estar bom tempo nos meses de maio, junho e setembro. A época alta decorre em julho e agosto, as temperaturas são boas, mas podem ser meses um pouco chuvosos. Nos meses de inverno os dias são mais curtos, o pôr do sol acontece pelas 16h.
    É importante levar impermeável e guarda chuva.

    Na cidade de Edimburgo em agosto decorre o famoso festival Fringe, um festival de artes com artistas de todo o mundo. É possível assistir a imensas actuações de rua fascinantes ao longo da rua mais famosa de Edimburgo, a Royal Mile.

    Nó viajamos em agosto, através da companhia aérea Jet2, uma lowcost que faz 1 voo semanal direto desde o Funchal para Edimburgo com a duração de 4 horas. 

    Fizemos um roteiro de 13 dias pela Escócia, desde Edimburgo às Terras Altas. Alugamos carro, todas as viagens entre cidades foram sempre muito interessantes e nada cansativas, pois as paisagens davam sempre motivos para sorrir além de nos proporcionarem pequenas paragens muito agradáveis.



    Edimburgo - 4 dias 

    Chegamos ao aeroporto pelas 23h, utilizamos o metro para nos deslocarmos até ao centro da cidade, Ficamos hospedados a 20 minutos do centro através do Booking. Existem atracções ao longo de toda a cidade, a caminhada diária era sempre interessante e apaixonante.
    Há um bilhete que combina várias entradas a diferentes atracções, o Historic Scotland Explorer Pass, que para nós não compensava para o que planeamos ver.
    (https://www.historicenvironment.scot/visit-a-place/explorer-passes/)

    1º dia - Edimburgo

    Percorremos toda a Royal Mile, aproximadamente 1,8km, desde o Castelo de Edimburgo até ao Palácio de Holyroodhouse, residência oficial da Rainha quando se desloca à Escócia.
    Ao longo de toda a rua desfrutamos de diversas actuações de rua, enquadradas no cenário encantador da cidade. São vários os cantinhos de interesse que nos fizeram parar para tirar várias fotos.
    Não entramos no palácio da Rainha, apenas tiramos fotos do exterior e seguimos para uma agradável caminhada ao longo do Holyrood Park logo ao lado do palácio.
    Este leva-nos a um ponto mais elevado e uma perspectiva de vista muito bonita sobre a cidade.


                                                                               

    2º dia - Edimburgo

    Visitamos o Castelo de Edimburgo, é importante chegar cedo e para evitar a fila de compra do bilhete compramos online no site oficial do Castelo (https://www.edinburghcastle.scot/visit/tickets-prices).
    Ao entrar no Castelo deixo já a sugestão de irem logo visitar as jóias da Rainha, mais tarde torna-se difícil pois acumula muita gente com o mesmo propósito.

    Descemos até ao Jardim Princes Street, ao seu redor têm alguns museus de artes com entrada gratuita. Tem também ali perto a George Street, para quem quiser fazer compras.

    Visitamos o Monumento a Scott, a entrada custa 5£, são 287 degraus até ao topo, o esforço valerá a pena pois a vista para o centro da cidade é deslumbrante.

    Subimos até Calton Hill que também tem uma vista maravilhosa para a cidade.

    Castelo de Edimburgo

    Momento a Scott

    Calton Hill


    3º dia - Edimburgo

    Deixamos os museus e monumentos e fomos visitar o Jardim Botânico, a entrada é gratuita. Para ver as estufas são 5,50 £. É um bonito espaço que vale a pena sem dúvida. Fomos de Uber até lá. 

    De saída do Jardim fomos até a uma antiga vila, a Dean Village, percorremos as suas ruelas encantadoras.

    Jardim Botânico

    Dean Village




    4º dia - Edimburgo


    Fomos ao Museu Nacional da Escócia, a entrada é gratuita e está aberto entre as 10h e as 17h. É uma viagem fantástica pela história da Escócia em diferentes épocas e até aos dias de hoje. Estivemos lá dentro aproximadamente 5 horas sem que nos apercebêssemos do tempo passar.


    À saída do Museu encontramos a icónica estátua do pequeno cão Greyfriars Bobby, erguida em homenagem ao canino que guardou o túmulo do seu dono durante 14 anos, até ao dia da sua morte.
    Ali perto também é possível visitar a escola George Heriot, que serviu de inspiração ao filme Harry Potter.






    5º dia - Edimburgo - Fort William

    Alugamos carro e nos deslocamos de Edimburgo até Fort William, uma viagem de 3h (via A82 - Stirling, Glencoe)
    Aqui começa o nosso vislumbre, as paisagens encantadoras banhadas de verde e com diversas cascatas ao longo de toda a viagem.

    Glencoe

    The Meeting of the Three Waters

    Grey Mares Waterfall



    6º dia - Fort William

    Em Fort William há uma atracção imperdível, o Jacobite Steam Train, um ilustre comboio que serviu de inspiração ao Hogwarts Express do filme Harry Potter.
    Este, percorre o trajeto entre Mallaig e Fort William (ou vice-versa) que tem 66 km em cerca de 2 horas, atravessa diversos rios, lagos, vales, viadutos, montanhas, um verdadeiro fascínio .
    O ponto alto é quando ele atravessa o Viaduto de Glenfinnan, é possível caminhar até lá perto e esperar por ele passar para fotografar o belíssimo momento.
    Para mais informações sobre os preços e viagens do comboio consultar o site (https://www.westcoastrailways.co.uk/jacobite/Seats-Available-Jacobite.cfm)



    Fomos ver algumas cascatas magníficas, as Lower Falls que ficam mesmo à beira da estrada e as Steall Falls que exigem uma caminhada de aproximadamente 4h (ida e volta), num total de 7 km, com um desnível de 220 m.





    No regresso a Fort William fizemos um pequeno desvio para percorrer a estrada à beira do Lago Linnhe e observar o bonito cenário que o envolve.

                                      

    7º dia - Fort William - Ilha Skye

    Viajamos de Fort William até à Ilha de Skye, numa viagem de 3h. Alugamos uma caravana e passamos lá dois dias, tivemos uma experiência incrível de contacto com a natureza.

    Fomos até ao The Quiraing e desfrutamos de uma bela caminhada, de regresso visitamos a cascata RHA e o Fairy Glen para observar o pôr do sol.


    The Quiraing

    RHA Waterfall

    Fairy Glen


    8º dia - Ilha de Skye

    Visitamos as majestosas cascatas Mealt e Lealt.
    O dia estava chuvoso e com nevoeiro, pouco convidativo a passeios por isso a caminhada ao Old Man of Storr, que se trata duma formação geológica interessante foi infrutífera, mas com melhores condições atmosféricas é um sítio a não perder.
    Rumamos às Fairy Pools, uma caminhada fácil em direção a várias bonitas cascatas.

    The Kilt Rock and Mealt Falls
                                                    
                                              
    Lealt Falls
                                                  

    Old Man of Storr
                                                  
                                                  
    Fairy Pools
                                                  


    9º dia - Ilha de Skye - Inverness

    Saímos da ilha de Skye rumo a Inverness, numa viagem de 3h30. Passamos pelo famoso Castelo de Eilean Donan, passamos pelo Loch Ness e na chegada a Inverness andamos pela Vila.


    Eilean Donan

    Heilan Coo

    Urquhart Castle - Lock Ness

    Inverness


    10º dia - Inverness

    Andamos pelo Parque Nacional Cairngorms, fomos por Carrbridge, onde podemos visitar uma das pontes mais fotogénicas do país.



    Para os aventureiros aqui nesta vila tem o parque "Landmark Forest Adventure Park" que é muito popular e recomendado para actividades na floresta.
    Fomos até ao Lago Morlich e subimos até à montanha de Cairngorm.
    Aqui existe a possibilidade de subir de teleférico até perto do topo (13,90£).

    Lago Morlich

    Cairngorm



    Terminamos com um passeio no Loch an Eilein (Lago da Ilha). Um lago com uma pequena ilha com ruínas de um castelo, com vários trilhos à sua volta onde podemos explorar a floresta Rothiemurchus.

    Loch an Eilein



    11º dia - Inverness - Stirling

    Saímos de Inverness em direção a Stirling, 2h45 em estrada. A caminho visitamos a cascata Black Spout em Pitlochry e fomos visitar a Destilaria Famous Grouse.
    Chegados a Stirling, andamos pela zona velha da cidade e visitamos o Castelo.

    Black Spout

    Stirling Castle

    Stirling



    12 º dia - Stirling

    Fizemos duas caminhadas, para ver as Bracklinn Falls em Callander e o Devil's Pulpit at Finnich Glen.
    Bracklinn Falls
                                                       

    Devil's Pulpit


    Até já!

    Muito mais ficou para ver tanto nos locais visitados como noutros que ficaram por visitar. 
    Um país que enche o olho aos amantes de natureza com inúmeros e variados pontos de interesse.
    Até já Escócia!